4 de dezembro de 2015

Inimigos do Império: Porque NÃO Lê-lo

Não, não sou eu na foto. Mas é a minha expressão ao ler o recado.
Saudações, visitantes.

Como já disse láááá na minha primeira postagem (e provavelmente muita gente não leu), o nome deste blog é uma ambiguidade deliberada entre meu sobrenome e a palavra "bosque" em Japonês, assim podendo significar tanto "a casa do Hayashi" quanto "a casa do bosque". Assim sendo, de maneira alguma recuso visitantes, e todos são muito bem vindos aqui. Porém, correspondências alarmantes chegaram à minha casa, e após a devida meditação a respeito, vim aqui transmiti-las a vocês. Trata-se de um contato direto das Famílias Imperiais, preocupadas com o andamento que as publicações rokuganis andam tendo no Brasil.

Reproduzo integralmente o texto a seguir:


5 de novembro de 2015

Mestrando Como um Mestre (Parte 2): Mestrando L5A

Saudações, pessoas!

Bom, aproveitando que as traduções deram por hora uma folga, resolvi retomar esta seção. Neste último post (pelo menos por enquanto), resolvi discutir um pouco sobre como mestrar L5A em específico. O que ele tem que outros RPGs não têm? Que fontes podem ser legais para se ter ideias e inspirações? Saber de fato a cor das cirolas de Hantei VII em sua cerimônia de coroação é tão importante?


7 de outubro de 2015

Mestrando Como um Mestre (Parte 1): O que eu Preciso para Mestrar?


Saudações, pessoas!

Bom, pelo menos alguma coisa podemos comemorar no meio de tantas incertezas e bolas fora deste ano: L5A definitivamente veio para ficar em terras brasileiras, e o primeiro suplemento já está no forno. Ainda assim, não tenho tanta certeza se o livro está vendendo bem, se o público está curtindo e essas coisas. Não me culpem. Sou apenas o cara que traduz. Não recebo relatórios da editora sobre as vendas, e também não vejo grande frisson a respeito de L5A na RPG-esfera a fora.

Assim sendo, resolvi montar um post reunindo coisas que acho que talvez possa ajudar quem está pensando em se arriscar a mestrar um jogo de L5A, ou simplesmente querendo mestrar qualquer outra coisa e tem aquele mar de dúvidas na cabeça. OK, estou longe de ser um mestre/narrador épico, muito menos um "formador de mestres". Mas acho que tenho razoável experiência no assunto para pelo menos saber o que não dá certo. E para quem não faz ideia do que fazer, pelo menos ter alguma ideia do que não fazer já ajuda. Eu acho... Enfim...


3 de outubro de 2015

Tradução: Portadores de Jade


Saudações, pessoal!

Eu sei, eu sei... Andei sumido por eras. E dessa vez é sério. Minha última postagem foi há MESES atrás, mas infelizmente, com tantas coisas me ocupando por esses dias, a tendência natural é de fato o blog ficar meio largado. Mas, consegui reunir tempo, disposição e vontade para trazer algo que já queria ter colocado no ar há algum tempo... Bom, vocês sabem o quanto Murphy e sua lei costumam afetar essas coisas.

7 de agosto de 2015

Overwatch... Racista?

Saudações, pessoal!

Bom, estes últimos dias têm sido até que bastante calmos. Ando preparando alguns posts (estou desenvolvendo o hábito de deixá-los guardados por algum tempo antes de liberá-los propriamente ditos, como sempre fiz), e tentando criar novas coisas para ajudar o povo brasileiro com a edição brasileira de L5A.

Mas resolvi interromper o combo praticamente infinito de posts rokuganis por algo com que trombei nas navegadas pela Internet à fora. Ok, eu já sou viciado fã do trabalho da Blizzard há algum tempo. Embora eu já conhecesse a franquia Warcraft há tempos (vai, filme! Vai!), confesso que entrei há pouco tempo em WoW. E nessas indas e vindas, claro, fiquei bastante empolgado com a notícia de que a empresa agora resolveu se arriscar num jogo de tiro à-la "Team Fortress 2" chamado Overwatch. Hype pelos trailers, feliz com cada vez mais gameplays e empolgado de fato pelo jogo em geral. Até que...


3 de agosto de 2015

L5A: Barcos em Rokugan

Saudações, amigáveis blogueiros!

Este assunto já foi pedido aqui no blog, pelo Facebook do blog, e realmente é uma área meio carente de material oficial... Talvez pela AEG temer que muita ênfase em barquinhos tirasse o hype (que hype?) do RPG primo de L5R, o 7th Sea. Enfim, fato é que, de certa forma da mesma maneira que o Japão Feudal, Rokugan parece não se importar muito com barcos ou os oceanos. Sim, há razões para isso, e também as discutiremos neste post.

16 de julho de 2015

Game Thinking: O RPG em Si

Já é de praxe eu começar meus posts me desculpando sobre o tempo em que não posto. Mas dessa vez, acho que o motivo nunca foi tão válido. Os trabalhos com a New Order estão bombando, e quando não estou traduzindo é porque estou revisando. Muita coisa está por vir deste povo, não só de L5A como alguns outros RPGs bem legais também. É bom saber que estamos reanimando um mercado meio falecido no Brasil, mas não é sobre isso que quero falar no momento.

Continuando no espírito da seção "Game Thinking", e tentando lançar um olhar mais técnico e profundo ao invés de simplesmente "falar sobre RPG", esta ideia me ocorreu há algumas semanas, de aplicar conceito de filosofia moderna ao hobby. O resultado, embora possa parecer bizarro, nem foi tanto assim...

14 de junho de 2015

L5A RPG: O Sistema

OK, pessoal, o hype pelo lançamento de Lenda dos Cinco Anéis em terras nacionais de fato é algo grande e bom. E sinceramente estou surpreso em ver tanta gente querendo saber mais a respeito, conhecer mais Rokugan ou simplesmente perguntando em que pé está a produção do livro (me coloco nesta última categoria. Sim, eu estou traduzindo, mas é só). Assim sendo, venho aqui redigir algumas linhas bobas para falar sobre um dos componentes mais importantes de todo RPG: "Afinal de contas, COMO é o sistema de L5A?". Ele é muito complicado? Ele usa miniaturas? Dá para fazer altas narutices com ele?

Eu pensei inicialmente em escrever este post detalhando os passos mecânicos de cada tópico. Mas isto tornaria o post enorme, chato e desnecessário. Estes assuntos são definidos em maior profundidade no próprio livro. Aqui, vamos só falar sobre como cada coisa funciona sucintamente.


21 de maio de 2015

Sugestão para L5A: A Game of Five Rings

Sim, povo. A edição de L5A no Brasil está em gloriosos passos finais de produção. Já temos pdf preliminar sendo baixado com considerável sucesso, e em breve também teremos o livro físico já rodando em prensas.

Enquanto isso, resolvi, inspirado pela anual temporada de Game of Thrones e também pela empolgação generalizada do público fã de L5A a criar algo que talvez seja até meio bobo, mas que já passou pela cabeça de muitos fãs conhecedores de ambas as franquias. Teorias da conspiração mais absurdas e abundantes transbordam na webesfera a fora. E independente se Jon Snow é ou não um Targaryen perdido, ou se Jorah Mormon finalmente realizará seu sonho de ficar com Daenerys, uma dúvida sempre espreitou como pulgas atrás de nossas orelhas: A Song of Ice and Fire teria sido inspirada em Legend of the Five Rings? Muito provavelmente não. Mas as semelhanças existem ainda assim. E isso talvez seja algo legal. Ou pelo menos para produzir um novo cenário de campanha de L5A que possa interessar a alguns. Bom, enfim, esta linha narrativa é apenas uma criação minha, baseando-se nos acontecimentos narrados no início da série/livro, usando alguns personagens mais oficiais de L5A que creio serem mais convenientes para a adaptação.



23 de abril de 2015

Game Thinking - MOBA: Uma Expressão do Lúdico Contemporâneo?

Da série: "Este era um assunto que queria colocar aqui já faz algum tempo mas a preguiça forças ocultas me impediam", venho já há algum tempo pensando em criar uma seção, talvez curta, talvez que não renda mais do que alguns posts, mas que venho concluindo que, mesmo assim, ela ainda vale a pena.

Em suma, "Game Thinking" é o nome que venho propondo a esta seção (tá, eu sou péssimo para títulos) que visa analisar os jogos e a experiência de jogos em si num ponto de vista um pouquinho mais profundo. Não basta simplesmente dizer o que é legal e o que não é por pontos de vista totalmente subjetivos. O que continua sendo algo legal. Mas aqui, eu gostaria de propor análises e discussões a estas mesmas análises mais fundamentadas. Algo que sempre vejo em canais do youtube americano, como o Game Theory (embora este vise tratar exclusivamente de jogos eletrônicos), mas usando este mesmo espírito (e queira Deus, afinco, porque por pior que seja, Matthew Pattrick ainda é um baita pesquisador) para RPGs, boardgames e qualquer outra nerdice mais habitual por aqui. Sim, provavelmente veremos um ou outro videogame por aqui. Afinal de contas, eles também atuam na equação como "experiências de jogos" totalmente válidas também.

Confesso que ainda não tenho muito sobre o que falar já planejado. E que também estes mesmos temas poderiam constar na quase extinta "Corte de Inverno" do blog. Mas a diferença é que aqui nos propomos mais a analisar porque cada coisa funciona (ou não). Algo do tipo "manual de gamedesign?" Quisera eu. Nem de longe eu seria um bom conhecedor da área e ser um bom gamedesigner requer muito mais do que o que eu tenho a oferecer.

22 de abril de 2015

Guild Wars 2: Jogando e Recomendando


Em primeiro lugar, este post difere bastante das prosas habituais do blog. Ao invés de falar de RPGs de mesa e L5A, resolvi abrir um espaço para manifestar minhas opiniões a respeito desta joia que encontrei recentemente. Assim, como tenho estado bastante afastado do mundo dos dados e fichas, que há muito não consegue produzir nada de interessante aos meus olhos, a Steam e seus asseclas têm consumido bastante do meu tempo (e salário).


5 de março de 2015

Cancioneiro Rokugani: Hanggai


Ok, A Lenda dos Cinco Aneis está cada dia mais próxima de se tornar uma realidade concreta em nossas mesas Brasil a fora. Porém, isso não quer dizer que eu tenha parado de produzir e pesquisar coisas sobre/para o cenário. Aliás, muito pelo contrário. E entre as folgas que as traduções e criações me permitem, vira e mexe alguma coisa muito maneira aparece na minha timeline.

Agradecimentos muito especiais à Lu Vieira que descobriu este achado que vos trago hoje.

A Hanggai é uma banda que combina instrumentos tradicionais mongóis com uma pegada de rock (o que na falta de termo melhor fica como "folk rock") com um efeito final muito legal. E se a ideia é "criar música para os clãs de L5A", a pedida é óbvia para os Unicórnios, desde os fanáticos da frente de cavalaria sanguinária, aos seus Sacerdotes dos Senhores da Morte. É possível também sentir um ar meio "índio norte americano", mas os guturais do vocal rapidamente desfazem esta impressão.

Conheci relativamente pouco do trabalho deles, e claro, não entendo patavinas do que falam as letras. Mas o "truque" para o sucesso deles é bem simples. Eles usam um compasso muito fortemente marcado, normalmente marcado, lembrando um cavalo andando. Consequentemente, quando ele acelera, a impressão que dá é de sair por aí correndo sobre seu corcel enquanto distribui golpes de cimitarra a torto e a direito sobre chineses indefesos. Portanto, não se surpreendam se essas trilhas derem a súbita vontade de quebrar uma muralha por aí enquanto se usa vestes felpudas...

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