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21 de maio de 2015

Sugestão para L5A: A Game of Five Rings

Sim, povo. A edição de L5A no Brasil está em gloriosos passos finais de produção. Já temos pdf preliminar sendo baixado com considerável sucesso, e em breve também teremos o livro físico já rodando em prensas.

Enquanto isso, resolvi, inspirado pela anual temporada de Game of Thrones e também pela empolgação generalizada do público fã de L5A a criar algo que talvez seja até meio bobo, mas que já passou pela cabeça de muitos fãs conhecedores de ambas as franquias. Teorias da conspiração mais absurdas e abundantes transbordam na webesfera a fora. E independente se Jon Snow é ou não um Targaryen perdido, ou se Jorah Mormon finalmente realizará seu sonho de ficar com Daenerys, uma dúvida sempre espreitou como pulgas atrás de nossas orelhas: A Song of Ice and Fire teria sido inspirada em Legend of the Five Rings? Muito provavelmente não. Mas as semelhanças existem ainda assim. E isso talvez seja algo legal. Ou pelo menos para produzir um novo cenário de campanha de L5A que possa interessar a alguns. Bom, enfim, esta linha narrativa é apenas uma criação minha, baseando-se nos acontecimentos narrados no início da série/livro, usando alguns personagens mais oficiais de L5A que creio serem mais convenientes para a adaptação.



11 de janeiro de 2011

L5R 4th - Novas Criaturas "Wanyudo"



Conforme eu disse nos coments da resenha do Enemies of the Empire, fiquei meio decepcionado pelo Wanyudo ter sido deixado de fora. Em resposta a isso, resolvi trabalhar um pouco na idéia, e criei minha própria versão do Wanyudo para Rokugan. A saber, ele já é figura conhecida do card, e já fez uma ponta numa fiction recente, em que um grupo de Leões sai para destruir uma célula de Oradores de Sangue.


Ah, sim. Sintam-se livres também para adaptá-los a outras mesas. Creio que seja o tipo do monstro que por sua própria bizarrice e potencial de terror pode cair bem em diversos cenários.

26 de dezembro de 2010

L5R - Gempukku (Parte 9,5): A Corte


Rokugan é um cenário de RPG único. Mas existem dezenas de outros RPGs ambientados no Japão Feudal.

Rokugan tem samurais. Como todo outro RPG de Japão Feudal também têm.

Rokugan tem ninjas. E até mesmo RPGs que não são orientais também têm.

Enfim, dos vários destaques que integram o cenário de Legend of the Five Rings, o que creio ser o fator diferencial de Rokugan, em relação até mesmo a outros RPG's não tão orientais assim, é o seu sistema político. Ao que me consta, L5R é o único RPG existente que fornece uma classe totalmente política e totalmente funcional em relação às outras mais destinadas à ação física. Isso mesmo, por mais que Dragonlance e similares tenham a classe "Nobre", por exemplo, para D&D 3.X, em L5R, a ação do cortesão é tão importante que por vezes até mesmo ofusca os personagens mais belicosos.


23 de dezembro de 2010

(Re-)Criando Mundos


Durante os últimos dias tenho meditado muito sobre posts que possam vir a ser de interesse comum tanto da HnI quanto do blog dO Clérigo, ao qual venho colaborando de vez em quando com alguma idéia que outros teimam em chamar de boas. Bom, acho que esse é um assunto que tange os interesses comuns dos dois blogs.


Primeiramente, falar sobre "Criação de Mundos", no sentido de todo o cenário de fundo no qual uma narrativa de RPG se transcorre é algo que praticamente entrou em desuso. Pelo menos no sentido mais amplo da expressão. E isso não é nada ruim. Verdade seja, estamos repletos de cenários muito interessantes, de Eberron a Rokugan, e da época dourada de Rastro de Cthullu até os confins do Universo DC, verdade seja dita, nós RPGistas não temos o menor direito de reclamar do menu.


7 de maio de 2010

L5R: A Corte Massiva

Bem, já faz algum tempo que não escrevo, mas esta na verdade não chega a ser exatamente uma novidade.

Hoje, resolvi dar uma mexida num artigo caseiro de um tempão atrás. Ando meio desanimado com L5R, com RPG de modo geral (e com a vida de modo geral, mas isso é outra história).

Sempre estranhei como o papel do cortesão (que apesar de não estar entre os prediletos de muitos jogadores) era interessante e muito pouco valorizado por toda a história das edições de L5R. A princípio, ele era quase totalmente ausente na 1ª edição, mais centrada nos conflituosos e cheios de ação física bushis e shugenjas. Lá, eles eram apenas sugeridos mais como sombras no fundo da ação do que como personagens propriamente ditos. O que era estranho, já que a editora enchia os livros dizendo que Rokugan era uma terra de guerreiros eruditos, corteses e refinados. Assim, seria extremamente natural que mais cedo ou mais tarde, os jogadores se interesssassem pelo jogo político dos cortesãos. Vários livros depois, nossos amigos de leque (símbolo do cortesão. Embora possua um daisho próprio, o leque é um instrumento de adorno e ferramenta de comunicação e manipulação de atenção muito comum aos cortesãos) chegaram à 3ª edição em pé de igualdade com os outros samurais. Ao ponto de terem suplementos quase exclusivos (Masters of the Court, que na verdade, é um suplemento para os clãs Aranha, Garça e Escorpião).
 
Todo mundo possui um tipo de esteriótipo de guerreiro medieval predileto. Há quem goste da gélida selvageria dos vikings, ou dos armadurados cavaleiros nobres da Europa, ou os hoplitas gregos. Ou até mesmo do contato da natureza que as civilizações pré-colombianas dispunham. Afinal de contas, mesmo que não pudessem fazer muita coisa contra as armas de fogo do homem branco, muitas nações indígenas tinham técnicas guerreiras muito legais! Independente disso, creio que ninguém que goste dos samurais os imagine como "apenas" destros no uso da katana. Sim, eles são guerreiros, mas também são notórios por sua lendária gentileza, retidão moral e até mesmo polidez no trato com inimigos mortais. Pelo menos na imaginação popular, samurais são guerreiros cultos e extremamente refinados. Sem, no entanto, abrirem mão de sua altivez em combate. Os cortesãos de Rokugan se atêem a esta mesma característica. Eles combatem incansavelmente uma luta invisível para muitos. Na corte, não há distinção óbvia entre aliado e adversário. Até mesmo alguém do seu Clã pode trai-lo em troca de favores pessoais. Nela, não importa sua perícia em armas. Uma mente dispersa no extremamente sutil e hermético mundo da corte é tão útil quanto um braço decepado em batalha.

Mas, por mais diferente que uma corte seja de um campo de batalha, não há quem negue suas semelhanças também. Nela, você também possui um objetivo determinado pelos seus superiores. Você é capacitado (como cortesão) na obtenção deste objetivo. Há o seu inimigo (mesmo que muitas das vezes ele ou suas ações não sejam imediatamente tangíveis), e você precisa lidar com ele. As semelhanças são tantas que, na história do Império, em 689, foi escrito o famoso tratado A Sutileza da Corte, que falava exatamente das semelhanças entre o campo de batalha militar e o político.

No que tange o confronto militar massivo, há o genial sistema de combate massivo de L5R. Muito famoso, admirado e até mesmo copiado por aí. Mas, e quanto à corte? Não seria legal se houvesse um conjunto de regras pra tratar dos grandes encontros? Já pensou em mestrar uma aventura com sonora ênfase política, deixando os jogadores no controle desses influentes e poderosíssimos samurais? Se já, já imaginou também a dor de cabeça que seria ficar rolando pra cada vez que alguém tenta persuadir, discutir, responder, chantagear, planejar, etc. ao longo de uma Corte de Inverno INTEIRA? Pois é. Apoiado na idéia dA Sutileza da Corte, criei um mini-sistema paralelo ao sistema de combate massivo para grandes confrontos políticos. Talvez você queira montar sua própria Corte de Inverno, ou uma simples reunião "amigável" entre cortesãos de diferentes Clãs. Qualquer que seja a situação, vale a pena dar uma lida, nem que seja pra ter idéias.

Planejo em breve mestrar uma aventura totalmente política e deixar os jogadores montarem não só seus próprios personagens, mas sim comitivas inteiras de seus Clãs e deixarem eles se estapearem em busca dos melhores favores, alianças e acordos. Não tem nada no artigo a este respeito exatamente, mas basta dizer que cada Clã terá, por exemplo, 10 Ranks de personagem para distribuir nesta comissão, sendo que pelo menos o líder da delegação precisa de no mínimo 3 Ranks de personagem. Ou seja, um jogador poderia fazer uma comitiva do Clã Leão que tem à frente um promissor líder de Rank 3 com 7 personagens de Rank 1. Ou então 1 líder Rank 4 com 3 personagens de apoio em Rank 2, ou 2 personagens de Rank 3. Ele poderia distribuir esses personagens entre cortesãos, duelistas, shugenjas... Conforme seus planos prévios para o que ele imagina que possa vir a acontecer na corte.

Se tudo der certo, espero postar resultados aqui. E não, não me esqueci de Freedom City.

Link para Download do artigo "caseiro": A Corte Massiva

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