13 de dezembro de 2013

Kick & Punch: Open Beta

Capa do RPG. Assim como ele todo, tudo pode melhorar. E MUITO!

Saudações em Área Maximizadas!

Bom, eu sei que o projeto nunca fez lá nenhum sucesso arrebatador, nem mesmo na época em que eu postava a respeito dele aqui quase seguidamente. Mesmo assim, já faz uns dias, estava tendo algumas ideias que basicamente reduziram bastante a complexidade (já pouco complexa) do RPG em si.

Enfim, resolvi, nem que fosse só por desencargo de consciência expor o que já temos do K&P. O termo "Open Beta" é porque de fato, nem cheguei a testá-lo por aqui, por isso adoraria que outras pessoas o fizessem. Porque só assim mesmo para saber se o texto está sendo interpretado do jeito que o concebi, se as regras estão claras, e se o sistema todo está funcionando OK.

De resto, aviso que nesta versão, apenas a questão dos cartões de combate mudou. Por mudou, quero dizer que eles sumiram totalmente. Anteriormente, havia a questão de ter que copiar/imprimir cerca de quatro páginas de cartinhas para serem recortadas e montar um "deck de ações de combate" para cada personagem. Cara, isso seria um porre. Nesta versão, portanto, o que temos uma abolição total deste esquema. Agora, os jogadores escolhem as ações que serão realizadas por seus lutadores simultaneamente, ANTES da rolagem de Iniciativa. Sim, muitas partes do texto original foram mudadas por conta disso, além, claro, de proporcionar um encurtamento imenso do já curto pdf. Enfim, espero que curtam, e que me deem aquele feedback legal a respeito. E claro. Quebrem tudo por aí. Com vocês, a versão primordial de Kick & Punch.

7 de novembro de 2013

D&D Next: O Que eu Espero


Saudações, pessoas!

Hoje, estou deliberadamente fugindo um pouco de falar de L5R, de Rokugan, e do financiamento coletivo falho. Beleza que eu falando de praticamente qualquer outra coisa é um indicador que este post terá uma audiência rasante, mas ainda assim, acho que é legal comentar a respeito.

Como já sabemos há algum tempo, a onipotente do RPG americano, a dona Wizards of the Coast anunciou que a mais nova encarnação de seu principal produto, nosso amado e basicão D&D, ganhará uma nova edição. A boa notícia fica por conta de que, ao contrário de suas mais recentes edições, esta tem sido acompanhada e desenvolvida mediante um fluxo periódico de previews e testes abertos entre grupos do mundo inteiro. O resultado é óbvio: Temos um desenvolvimento muito mais próximo do gosto dos fãs em geral. Confesso que não estou acompanhando os previews ou resenhas e críticas a respeito tão religiosamente quanto muitos, mas tenho pescado um boato aqui ou ali. Muita coisa no geral tem me agradado, e de fato, há muito pouca coisa que acho que ainda deveria melhorar, mas que continuará lá por motivos que beiram o dogmático.

Bom, tenho acompanhado também os comentários que Odin desenvolve lá em seu blog. Mas gostaria de seguir um prisma diferente de observação por aqui. Como todos sabem, falar da 4ª Edição de D&D é basicamente provocar uma Jyhad onde foiçadas são trocadas pra todo lado. Porém, resolvi listar algumas coisas de que gostei na 4ª Edição e que espero ver desenvolvidas (ou melhor desenvolvidas) na nova edição de D&D:


1 de novembro de 2013

L5A 4ª Edição: Tradução dos Termos

Sim, sim. O financiamento de L5A infelizmente ainda persiste com tons fúnebres sobre ele. Mas, após muita discussão ouvida (na verdade, lida) a respeito tanto nas redes, na Internet como um todo e no que creio ter sido até hoje o post mais comentado deste humilde blog, resolvi vir aqui mostrar como tem ficado a tradução de alguns termos bem capiciosos de L5R.

Em primeiro lugar, antes de entrarmos na discussão propriamente dita, gostaria de explicar alguns pontos. Para começar, tudo apresentado aqui é provisório. Tudo está sujeito a mudanças. E até bem pouco tempo atrás, alguns desses termos já eram outros.

Em segundo lugar, estou escrevendo sem permissão prévia dos editores. Sim, isso pode custar minha posição como tradutor. Mas estou fazendo isso diante da acusação (até deveras procedente) de que não estamos mostrando serviço. Portanto, cá estou eu mostrando que sim, temos suado um pouco. Como já falei em outros lguares, não tenho trabalhado mais tanto assim sobre L5A, embora um dos suplementos esteja quase terminado. A principal razão disso é que de fato, meu trabalho e faculdade têm me puxado bastante nestes últimos dias, e porque outra tradução tem me despertado maior interesse. Mas sim, espero poder retornar em breve a ele e entregá-lo de uma vez.

Em terceiro lugar, a cruz de todo tradutor é que NUNCA você conseguirá agradar a todos. O trabalho de tradução é muito mais tendencioso para lados de gostos pessoais e depende do que "cada um acha mais legal" para uma palavra ou outra. O processo de tradução nada mais é do que uma adaptação inter-semiológica afinal, trabalhando, como tal, com signos que devem assumir resultados análogos em linguagens diferentes. E grande parte das línguas possuem propriedades totalmente exclusivas, e na hora da criação de uma palavra, o fato de ela não possuir equivalentes legais em outros idiomas não costuma ser muito considerado... Assim, é claro que haverá pessoas que torcerão o nariz para um termo ou outro. Principalmente num país tão culturalmente diversificado e com variações de dialetos e sotaques tão grandes quanto o Brasil. Mas espero aqui pelo menos apresentar alguns motivos que nos levaram a uma escolha ou outra. E de fato mostrar que nada disso tem vindo "do nada".

Bom, sem mais delognas, vamos a alguns termos propriamente ditos que gostaria de por em discussão por hoje:


18 de outubro de 2013

Brasil Recusa L5R

É com espírito de fato pesado que digito este texto.

Às vésperas dos últimos dias de financimento coletivo de L5A, é de fato pesaroso e desanimador não ver sequer 20% da cota BÁSICA arrecadados. Sim, eu poderia passar horas aqui filosofando a respeito de quem é a culpa, metendo o malho nos responsáveis pelo projeto ou pela divulgação, ou nos pretensos fãs da franquia, que tanto vestem a camisa, mas vivem decepcionando na hora H. Não, não é este meu objetivo aqui.

Analisando também como estamos RPGisticamente no Brasil, creio que eu tenha encontrado alguns motivos pelo qual a campanha de L5R deu ou tem dado errado. Mas não muita coisa sobre como resolvê-las. A elas:


15 de outubro de 2013

Projeto "Surpresa para L5A" - Parte 2

Saudações, pessoas!

Bom, já faz um tempo desde que terminei a confecção de mais três modelos de caixas "porta-mapas" para ajudar no crowd de L5A. Conforme já disse, elas não têm pretensão nenhuma de salvar o projeto aos 45 do segundo tempo, e sim criar algo que seja divertido, emblemático e útil aos fãs do Brasil.

Assim sendo, confesso que nem as fotos e nem a confecção delas ficaram ideais ao meu ver. Esta foi minha primeira tentativa com craquelê (não fui eu quem fez na caixa da Fênix), mas creio que tentativas posteriores devam sair bem melhor. Eu pretendia que os "blocos" ficassem maiores, bem como as rachaduras também. Isto requer um domínio bem mais profundo da quantidade de tinta e das pinceladas aplicadas do que eu pensei. Enfim, lições aprendidas.

Também, adiantando que os próximos projetos (Leão e Unicórnio, bem como talvez Dragão e Aranha) farão uso pesado de pátina, e para Uni e Dragão, provavelmente uns estênceis com tinta dourada. Enfim, algo que ficaria muito legal... SE sair conforme imagino. Bom, se não, valeu a tentativa. Sem mais delongas, às estrelas:


5 de outubro de 2013

Projeto "Surpresa para L5A"

Bom, pessoas, este será um post bem mais curto do que o que ele visava originalmente ser.

Não sei se todos têm acompanhado o desenvolvimento do financiamento coletivo de L5A aqui no Brasil, mas posso dizer que as coisas por lá não andam muito animadoras. Faltando apenas um mês com apenas 10% da meta básica atingida, é compreensível não se ter muitas esperanças de que teremos o livro colorido aqui no Brasil. Ou sequer que teremos o livro em qualquer forma por aqui.

Em segundo lugar, em desenvolvimentos recentes, por motivos complicados demais para caber em apenas uma linha, a Tecnofantasy já anunciou que se retirará do projeto, e este voltará às mãos do detentor dos direitos de publicação aqui no Brasil, para que este sim, possa dar continuidade a ele como melhor convir. Sim, esta pessoa é o Claudio Muniz. E antes que comecem a seção de birras e narizes torcidos, sim, já adianto que ele é uma pessoa extremamente abertas a discutir novas ideias, principalmente no que diz respeito a prêmios extras na campanha de financiamento coletivo de L5A. Sim, já sugeri bastante coisa, e uma ou outra talvez venha de fato a rolar. Mas não vou falar muito disso, para não estragar a surpresa, e também porque não temos certeza da plena viabilidade delas.


23 de setembro de 2013

Hayashi Viu: "Sangue e Honra"

Saudações, senhoras e senhores!

Dando uma pausa nas postagens sobre Rokugan/L5R/L5A, gostaria de trazer até vocês aqui mais um daqueles filmes que a gente acha passeando pela TV por assinatura sem fazer muita ideia do que de fato quão legal ele pode ser. Também não sei se o filme em si é algo tão badalado ou já carimbado para vocês aí, mas ainda assim, gostaria de dar meus dois centavos a seu respeito.

19 de setembro de 2013

5 Razões Para Investir no Crowdfunding de L5A

Cinco motivos, cinco Aneis, cinco Mestres Elementais...

Bom, como qualquer frequentador mais ou menos assíduo daqui do blog sabe, eu não gosto muito de me repetir assunto, nem de ficar falando toda hora sobre L5R. Porém, assim como o Marco Feliciano não parece dar Ibope fora quando ele senta uma bifa ou outra em algum homossexual, eu também não pareço fazer muito sucesso falando sobre balé clássico ou engenharia orto-molecular... Assim sendo, cá estou eu de novo tecendo ideias a respeito de L5A/L5R. Desta vez, me focando mais no financiamento coletivo atualmente disponível. Se você ainda não viu, ele está rolando aqui. Vá lá, dê seu like, sua opinião, divulga, contribua, reze para as Fortunas e deixe um pouco de arroz para seus ancestrais. Vai que eles resolvem contribuir também, né?

Bom, para começar, estou muito feliz e empolgado com o andamento do processo todo até agora. As recompensas estão interessantes, embora muita coisa que eu tenha sugerido (e criado e enviado) ainda tenha sido negada ou ainda esteja em revisão, edição, dependendo de aprovação pela AEG (sim, há duas aventuras minhas que eles estão lendo. Cara, dá mó nervoso a sensação de ser um "autor internacional" de repente...).

E é claro que estamos ainda no começo do financiamento, que ainda tem muita água pra rolar, ainda nem passamos do primeiro fim do mês. Eu mesmo ainda nem recebi meu salário só para tê-lo picotado em pedaços para ajudar o projeto. Mesmo assim, compelido talvez por forças lovecraftianas ou simplesmente porque dá uma pusta apreensão ver o projeto não chegar logo à meta de livro colorido e capa dura, resolvi criar este post listando 5 motivos para contribuirmos para este projeto. Bom, mais delongas, vamos a eles:

5 de setembro de 2013

L5R 4th: Logística Rokugani


Saudações, pessoas virtuais!

Bom, conforme cheguei a falar pelo Face, já faz tempo que estava pensando em criar um post a respeito de questões mais logísticas a respeito de Rokugan. Mais precisamente, sobre distâncias e viabilidade de viagens. Claro, este assunto é normalmente bastante houseruleado, e mesmo com tantos cenários atualmente existentes, e alguns possuidores de livros cujo nível de esmerilhamento do cenário chega a ser espantoso (vide Freedom City, para M&M, ou o próprio Vor Rukoth, para D&D 4th), nem tão abordado assim... E pasme, uma das fontes de informação mais legais que cheguei a encontrar, tanto em termos de variedade de meios de transporte quanto na facilidade das informações dispostas (sem usar de números escabrosos de calcular) foi o livro básico de D&D 3.5. Lembro que mais para o final dele, havia uma tabela detalhando quanto cada meio de transporte (a pé, cavalo, carruagem, navio... Navio voador...) percorre em diferentes ritmos de viagem, respeitando ritmos de descanso, etc.

Bom, conforme falei, este post pode muito bem passar despercebido e ser bastante desnecessário em sua mesa. Afinal de contas, o Mestre tranquilamente arbitrar a demora de uma viagem de acordo com a necessidade do ritmo da aventura simplesmente. Mas, devo confessar, pesquisar a respeito e desenvolver ferramentas para aferir estas questões foi bem divertido para mim. E é em parte por isso que venho aqui expor algumas coisas que encontrei.


25 de agosto de 2013

1º Joga Conclave (25/08/13)

Senhoras e senhores, hoje o assunto rompe um pouco com os que vinham sendo tratados aqui até agora.

O que é ótimo, embora eu esteja considerando a persistência do tópico de L5R como um aquecimento para a nova tentativa de financiamento coletivo. Que segundo o que ouvi meio de intrometido com a editora, ele sai até o fim desse mês, mas fiquem atentos.

Mas hoje, quero propor uma saudável saída dos ares rokuganis em busca de coisas novas. E foi neste espírito que fui hoje, bem como junto de alguns outros malucos roladores de dados para o Shopping Independência para o 1º Joga Conclave. Confesso que fui avisado sobre um evento com cerca de duas a três semanas antes de antecedência, então até teria bastante tempo para criar coisas maneiras, mas, graças à minha recente admissão na Prefeitura de Matias Barbosa (cidade que mal aparece no Google, imagino), de fato não tive muito tempo livre esses dias.

Reza a lenda, há um Hayashi escondido nesta imagem...
Bom, cheguei um pouco tarde, e quando cheguei já encontrei quase todas as mesas ocupadas, o que no fundo era um bom sinal. Contudo, temi pelo karma que me persegue nos eventos do gênero. Levar 10 kg de coisas para mestrar, e acabar não usando nada. Acabou que, tentando me prevenir, me preparei alguns dias antes tramando plots para dois RPGs: o habitual L5R, e Scion. Acabou que na mesa organizada pelo evento optou por ele, e tivemos filhos de Ares, Osíris e Thor saindo pela cidade improvisada caçando os rastros do roubo de uma relíquia que poderia ser usada para libertar Coatlicue, uma das Titãs inimigas do panteão asteca. A relíquia em si era uma ponta de lança, cópia da Gungnir de Odin, que foi roubada durante um translado para uma exposição. Acabou que graças ao espírito de aventura de evento, uma demora até que um pouco menor do que eu esperava e um espírito bem disposto dos jogadores que tive para experimentar o sistema, o que tivemos foi uma ordem de adoradores de Titãs aniquilada, a relíquia recuperada bem antes do que esperei, e muita diversão.

Gostaria de falar mais sobre os personagens e a aventura aqui, mas já está ficando tarde, e ficaria de fato muito grande. De resto, meus agradecimentos à organização, à Conclave, à Livraria Saraiva e a todos que ajudaram a criar algo tão divertido. A próxima edição do evento provavelmente ficará para setembro, mas espero que a chama não apague. De fato, deu para conhecer muita gente legal, e espero que continue a fomentar o RPG em JF.

A todos, meus sinceros abraços e até a próxima!

18 de agosto de 2013

O Cancioneiro Rokugani: Rin'


Saudações, pessoal.

Hoje, resolvi dedicar um tempo talvez não tão curto para tentar ressuscitar um post daqui do blog que infelizmente foi apagado numa tentativa de eliminar um alerta de malware quando o blog era acessado pelo Chrome. Acabou que o causava isso não tinha a ver com o bendito post e ele acabou sendo apagado por nada.

Bom, a saber, nas idas e vindas youtube a fora, a gente acaba de fato trombando com coisas sensacionalmente legais e de maneira quase que totalmente acidental. Foi nessas que conheci o Rin', um trio de musicistas japonesas que usa instrumentos tradicionais (kotos, shamisen e às vezes shakuhachi) mas com uma pegada muito mais pop-contemporânea junto com arranjos e batidas eletrônicas produzindo trilhas de fato bastante empolgantes e inspiradoras.

Embora eu tenha encontrado relativamente poucos clips do grupo (a maior parte dos vídeos só mostra a música com uma bendita duma imagem parada), fato é que as meninas também investem bastante no visual. O resultado é agradável aos olhos e ouvidos. E claro, também é bem possível que algumas de suas músicas vão parar na sua "rokugani soundtrack".

Sem me delongar mais, me deixo na companhia das musas do Rin':

15 de agosto de 2013

SMITE: MOBA com... Bem, Deuses


Saudações, visitantes.

Bom, já faz algum tempo, fui vitimado pela experiência tremendamente viciante de aprender a jogar esses jogos que fazem tanto sucesso entre os púberes mais novos, esse tal gênero também chamado de MOBA (Multiplayer Online Battle Arena. Jogos na pegada de League of Legends ou DOTA). Dividindo-me entre os vícios desses trecos, e WoW e minha nada emocionante vida social e acadêmica, encontrei junto com meus colegas daqui um novo MOBA que parecia promissor. Testamos, e o resultado foi incrível. Com vocês, uma arena de DEUSES.


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